Membros ausentes exercem um efeito tóxico para igreja.

Autor: Matt Schmucker 

Enquanto eu crescia, sempre ouvi que era melhor ser acusado de um pecado de omissão do que de comissão. Dessa forma, você sempre poderia granjear seu pecado para esquecimento, ignorância ou falta de consideração. O pecado de comissão era o que havia de pior desde que surgisse como deliberado e calculado.

Propaganda politicas em igrejas é crime.


Já estamos no período das campanhas eleitorais, mas precisamos nos atentarmos as propagandas, no nosso caso em especial as igrejas evangélicas, onde muitas tem o costume de ceder os seus púlpitos aos discursos eleitorais. Apesar das igrejas não se atentarem as disposições da Lei 9.504/97 de acordo com o artigo 13 da resolução 22.718/2008, do Tribunal Superior Eleitoral, que configura crime a vinculação de propaganda em bens de uso comum no nosso caso templos religiosos, mas esta lei se estende a cinemas, teatros entre tantos outros locais como podemos ver logo abaixo:

Até que a era digital nos separe.

Autora:  Daniela Marques

O casamento por si só já representa um grande desafio. Unir duas pessoas de diferentes famílias, culturas, manias e criações esperando o “felizes para sempre”, desde a época do dilúvio, já representava um desafio e tanto! Agora, acrescenta-se a isto ferramentas que tomam praticamente 100% da nossa atenção nos momentos em que estamos livres (e naqueles que não estamos também) e temos então o “permaneça casado se for capaz”. O tempo que nos restava para investir no relacionamento com o outro está se esvaindo. Pouco a pouco novas ferramentas surgem para ocupar a sobra da sobra de um dia cansativo. Quem é o louco que esquece de recarregar a bateria do celular? Jamais! Mas e quanto a bateria do amor, que se recarrega com olho no olho e investimento de tempo? Pois é, Albert Einstein não estava tão errado quando disse:

Marcas de qualidade das igrejas que crescem.

Por que umas igrejas crescem e outras não? Quais as causas?
Seria possível levantar alguns pontos para elucidar essa questão?

Tenho sido influenciado pelos escritos de um autor alemão chamado Christian Schwarz, do Instituto para o Desenvolvimento Natural da Igreja. Ele tem feito pesquisas, por anos, ao redor do mundo, em mais de 1000 igrejas, em 32 países, nos 5 continentes, procurando descobrir as causas do crescimento das igrejas em todo o mundo. Após minucioso trabalho, chegou a oito marcas de qualidade das igrejas que crescem e que, se aplicadas à prática diária da igreja, se consolidarão certamente em sucesso.

Quem são os filhos de Deus e as filhas dos homens em Gênesis 6?


Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. (Gênesis 6:2)

Esse é um texto de difícil interpretação. Há basicamente três interpretações para os “filhos de Deus”: (1) anjos caídos, (2) filhos de Sete e (3) homens poderosos. Neste texto, Walter Kaiser Jr. resume as três posições, defendendo a última.

Existem três posicionamentos para explicar Gênesis 6.1-4. Podem ser designados da seguinte forma: (1) a visão das raças mistas cosmologicamente (a mistura de anjos e humanos); (2) a visão das raças mistas religiosamente (os piedosos setitas e os mundanos cainitas); e (3) a visão das raças mistas sociologicamente (aristocratas despóticos e formosas plebeias).

Uma Versão mais Branda do Evangelho da Prosperidade.

Autor: David Schrock

Enquanto os evangélicos tradicionalmente desacreditaram o evangelho da prosperidade em sua forma “violenta”, há uma forma mais atenuada desse ensino que é comum até demais entre nós.[1] Frequentemente não detectado por cristãos bíblicos, ele minimiza o evangelho e leva seus adeptos a focar em coisas como planejamento financeiro, dieta e exercício, e estratégias de aperfeiçoamento pessoal, que oferecem miraculosas e imediatas saúde e riqueza. Essa variedade mais branda e sutil desafia os crentes a irromperem para uma vida de bênçãos por meio da técnica prescrita pelo pastor mais recente.

Calvinismo e Capitalismo - qual mesmo é a sua relação?

 por Alderi Souza de Matos

A questão de como se relacionam o calvinismo e o capitalismo tem sido objeto de enorme controvérsia, estando longe de produzir um consenso entre os estudiosos. O tema popularizou-se a partir do estudo do sociólogo alemão Max Weber (1864-1920) intitulado A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, publicado em 1904-1905. Numa tese oposta à de Karl Marx, Weber concluiu que a religião exerce uma profunda influência sobre a vida econômica. Mais especificamente, ele afirmou que a teologia e a ética do calvinismo foram fatores essenciais no desenvolvimento do capitalismo do norte da Europa e dos Estados Unidos.

O pecado está no âmago da alma humana.

Por John MacArthur

O pecado penetra no mais íntimo do nosso ser, o pecado está no âmago da alma humana. "Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias. São estas coisas que contaminam o homem" (Mt 15.19, 20). "O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, eo mau do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração" (Lc 6.45).

Qualificações bíblicas do diácono.

Por Hernandes Dias Lopes

(1Tm 3.8-13)
Depois de elencar as virtudes que devem ornar a vida do presbítero, o apóstolo Paulo passa a falar dos atributos do diácono (1Tm 3.8-13). Muitas das qualificações do diácono são as mesmas do presbítero. O diácono, diákonos, é o servo que coopera com aqueles que se dedicam à oração e ao ministério da palavra. Os primeiros diáconos foram nomeados assistentes dos apóstolos. Há dois ministérios na igreja: a diaconia das mesas (At 6.2,3) e a diaconia da palavra (At 6.4); a ação social e a pregação do evangelho. O ministério das mesas não substitui o ministério da palavra, nem o ministério da palavra dispensa o ministério das mesas. Nenhum dos dois ministérios é superior ao outro. Ambos são ministérios cristãos que exigem pessoas espirituais, cheias do Espírito Santo para exercê-los. A única diferença está na forma que cada ministério assume, exigindo dons e chamados diferentes. Que são as qualificações do diácono?

Deve o pastor ser teólogo?

Por Samuel Alves

Pode parecer absurda minha pergunta, eu reconheço! Após ler alguns livros do Kevin J. Vanhoozer fiquei regozijado e ao mesmo tempo um senso de responsabilidade surgiu. Comecei a refletir sobre o papel do pastor - principalmente como um teólogo público. O pastor evangélico é um homem que transita em todas as esferas da sociedade e se expressa teologicamente, este homem de Deus dá respostas, expõe as Escrituras e transmite todo o conselho de Deus. Criou-se uma caricatura de que pastor é um ser alienado, alguém que não estuda, que sequer sabe se expressar verbalmente e que a religião desse pastor é apenas experiencial e sensitiva.
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