Vida financeira sem ansiedade.


Referência: Mateus 6.19-34

Na primeira metade de Mateus 6 (1-18) Jesus descreve a vida particular do cristão NO LUGAR SECRETO (dando, orando e jejuando); na segunda parte (19-34) Ele trata dos nossos negócios públicos no mundo (questões do dinheiro, de propriedades, de alimento, roupa e ambição). Ou seja, Cristo descreve a vida RELIGIOSA E SECULAR do cristão, mostrando que ambas são santas e dependentes de Deus.
Deus está interessado em nossa vida PARTICULAR E PÚBLICA, RELIGIOSA E SECULAR.

Pentecostal Reformado.


Nos últimos tempos, nos deparamos com um fenômeno dentro de nossas igrejas. Alguns irmãos, membros de igrejas pentecostais (ou até mesmo neopentecostais), tem encontrado o caminho das “Doutrinas da Graça”, o que acaba por gerar uma “classe” que se intitula “Pentecostal Reformado”.

A pergunta é: como isso funciona?

Não cabe, neste texto, a discussão de mérito sobre se esta nomenclatura é correta ou não, mas sim “se um cristão reformado pode congregar em uma igreja pentecostal”. E, sobre isso, digo com conhecimento muito próximo de causa. Conheci a “Teologia Reformada” há aproximadamente dois anos, e continuo congregando em uma igreja pentecostal.

Descoberta arqueológica no Iraque confirma relato bíblico sobre o Rei Senaqueribe e o Profeta Jonas.


Arqueólogos ingleses e iraquianos descobriram em túneis cavados pelo Estado Islâmico, na região de Nínive, o palácio do Rei Senaqueribe mencionado na Bíblia em 600 anos antes de Cristo

Uma nova descoberta da arqueologia bíblica tem reforçado a precisão histórica das Escrituras Sagradas. Apesar das destruições provocadas pelos ataques do Estado Islâmico em sítios históricos, no Iraque, prejudicando o esforço memorável de arqueólogos de todo mundo para preservar relíquias milenares, alguns acontecimentos, como se fossem obra do acaso, terminaram contribuindo para descobertas, por exemplo, sobre o Rei Senaqueribe e o Profeta Jonas, ambos mencionados na Bíblia.

O Cristão e o Emprego.


Quando Deus criou Adão no jardim do Éden, deu-lhe um trabalho para realizar: cultivar e cuidar do jardim. Isso foi antes do homem pecar e mostra que Deus pretendia que o homem trabalhasse mesmo que o pecado não tivesse entrado no mundo. Apocalipse 7:15 mostra que os fiéis no céu "servem" a Deus. O céu não deve ser encarado como uma folga infindável, mas sim como um período em que "trabalhamos" para o Senhor. Esse é o ideal do homem.

Deus Elege Pessoas Baseado na Presciência da Fé?

por: John Hendryx

As Escrituras ensinam que tudo relacionado ao evangelho tem o propósito de glorificar Cristo e destruir o orgulho do homem, ao pensar que pode salvar a si próprio. Por conseqüência, alguma coisa que diminui a glória de Cristo é inconsistente com o verdadeiro evangelho. Então, meu propósito nesta questão não é ser contencioso, mas glorificar a Deus ao alinhar nossos pensamentos com o dEle. Este pequeno artigo se propõe a desafiar a posição antibíblica que alguns evangelistas modernos insistem em pregar: a “presciência da fé” .

O que um presbítero não é e o que ele é.

Por: Mark Dever

Como você procura por presbíteros e o que exatamente você está procurando? Responder a essa pergunta requer considerar o que um presbítero não é e o que um presbítero é. #1

O que um presbítero não é

Um presbítero bíblico não é simplesmente um homem mais velho

Há muitos homens mais velhos piedosos que se encaixam nas qualificações para o presbitério bíblico. Espero que o Senhor abençoe nossa igreja com mais! Mas avanço cronológico sem nada além do básico, mesmo quando casado com uma membresia eclesiástica aprumada, não é suficiente para satisfazer os requerimentos delineados em 1Timóteo 3 e Tito 1. Na verdade, há alguns homens de trinta anos (ou mesmo mais novos) que são mais qualificados para serem presbíteros do que alguns dos homens com o dobro da sua idade. Apenas experiência de vida não qualifica um homem como presbítero.

7 razões para nunca enviar fotos íntimas (nudez, pornografia e nudes).

Autor: John Piper

Hoje é o episódio de número 1.000. Isso deveria ser um tanto quanto fora do normal, e é. Hoje lidamos com um fenômeno surpreendentemente comum, feito super conveniente pela tecnologia do smartphone. Claro que estamos falando sobre o envio de selfies de nudes. Isso faz parte de uma discussão crescente em nossa cultura. Eu me encontrei recentemente com uma assistente do diretor de uma grande escola pública de ensino secundário aqui nos subúrbios de Minneapolis, para falar sobre smartphones e adolescentes. Ela me disse algo que escrevi: “No último ano, fiquei chocada com quantas crianças — crianças que você nunca suspeitaria — têm fotos nuas em seus celulares, fotos privadas enviadas entre elas e um namorado ou namorada. No meu trabalho eu olho vários celulares, e quando me deparo com essas fotos, fico simplesmente atordoada. Para mim, quando se trata de estudantes do ensino médio e seus smartphones, essa é a tendência mais surpreendente que eu vejo agora”.

Quem dizes que sou? Perspectivas sobre Jesus Cristo no decorrer da história.

Autor: Alderi Souza de Matos

Os evangelhos informam que desde o ministério terreno de Jesus houve dúvidas quanto à sua verdadeira identidade. No texto da confissão de Pedro, em resposta à pergunta de Jesus sobre quem o povo dizia ser ele, os discípulos responderam: João Batista, Elias, Jeremias ou “algum dos profetas” (Mt 16.14). Quando Jesus indagou a opinião dos seus próprios seguidores, Pedro deu a resposta correta (“Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”), mas uma leitura mais ampla dos sinóticos mostra que os apóstolos ainda assim tinham muitas perplexidades acerca de verdadeira natureza do seu mestre. Fora do círculo mais estreito em torno de Jesus, as dúvidas podiam se tornar especialmente intensas. João Batista, o primo e precursor de Jesus, fez a dolorosa pergunta: “És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?” (Mt 11.3). Ao longo dos evangelhos ressoa a exclamação das multidões e dos líderes religiosos judeus: “Quem é este...?” (Mt 8.27; Lc 5.21; 7.49; Jo 1.19; 8.25).

É Injusto Deus Escolher Só Algumas Pessoas para a Salvação?


Autor: R. C. Sproul

“Porque, não tendo eles ainda nascido, nem tendo feito bem ou mal (para que o propósito de Deus, segundo a eleição, ficasse firme, não por causa das obras, mas por aquele que chama), Foi-lhe dito a ela: O maior servirá ao menor. Como está escrito: Amei a Jacó, e odiei a Esaú. Que diremos pois? que há injustiça da parte de Deus? De maneira nenhuma. Pois diz a Moisés: Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia.” Romanos 9:11-15

Eu acho fascinante que Paulo levante esta pergunta retórica imediatamente após apresentar sua metáfora do nascimento de Jacó e Esaú e a preferência de Deus para com um em vez do outro sem considerar suas obras.

João 3.16 implica em três aspectos da pregação do evangelho.



Na América do Norte contemporânea, é comum ver pessoas em eventos esportivos segurando um cartaz com “João 3.16” escrito em letras grandes. Conquanto essa possa não ser a estratégia evangelística mais eficaz, ela testemunha uma verdade importante. Nenhuma passagem na Bíblia sustenta com mais poder o imperativo bíblico para anunciar a boa notícia a respeito de Jesus Cristo a todos os pecadores do que essa. Mesmo se o Cristo ressuscitado nunca tivesse dado à igreja a Grande Comissão, João 3.16 seria suficiente para conduzir os crentes a dizer a todo o mundo do grande amor de Deus que ele demonstrou dando seu Filho unigênito, convidando homens e mulheres em todos os lugares a crer em Jesus Cristo para que sejam salvos de perecer.
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