7 razões para nunca enviar fotos íntimas (nudez, pornografia e nudes).

Autor: John Piper

Hoje é o episódio de número 1.000. Isso deveria ser um tanto quanto fora do normal, e é. Hoje lidamos com um fenômeno surpreendentemente comum, feito super conveniente pela tecnologia do smartphone. Claro que estamos falando sobre o envio de selfies de nudes. Isso faz parte de uma discussão crescente em nossa cultura. Eu me encontrei recentemente com uma assistente do diretor de uma grande escola pública de ensino secundário aqui nos subúrbios de Minneapolis, para falar sobre smartphones e adolescentes. Ela me disse algo que escrevi: “No último ano, fiquei chocada com quantas crianças — crianças que você nunca suspeitaria — têm fotos nuas em seus celulares, fotos privadas enviadas entre elas e um namorado ou namorada. No meu trabalho eu olho vários celulares, e quando me deparo com essas fotos, fico simplesmente atordoada. Para mim, quando se trata de estudantes do ensino médio e seus smartphones, essa é a tendência mais surpreendente que eu vejo agora”.

Quem dizes que sou? Perspectivas sobre Jesus Cristo no decorrer da história.

Autor: Alderi Souza de Matos

Os evangelhos informam que desde o ministério terreno de Jesus houve dúvidas quanto à sua verdadeira identidade. No texto da confissão de Pedro, em resposta à pergunta de Jesus sobre quem o povo dizia ser ele, os discípulos responderam: João Batista, Elias, Jeremias ou “algum dos profetas” (Mt 16.14). Quando Jesus indagou a opinião dos seus próprios seguidores, Pedro deu a resposta correta (“Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”), mas uma leitura mais ampla dos sinóticos mostra que os apóstolos ainda assim tinham muitas perplexidades acerca de verdadeira natureza do seu mestre. Fora do círculo mais estreito em torno de Jesus, as dúvidas podiam se tornar especialmente intensas. João Batista, o primo e precursor de Jesus, fez a dolorosa pergunta: “És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?” (Mt 11.3). Ao longo dos evangelhos ressoa a exclamação das multidões e dos líderes religiosos judeus: “Quem é este...?” (Mt 8.27; Lc 5.21; 7.49; Jo 1.19; 8.25).

É Injusto Deus Escolher Só Algumas Pessoas para a Salvação?


Autor: R. C. Sproul

“Porque, não tendo eles ainda nascido, nem tendo feito bem ou mal (para que o propósito de Deus, segundo a eleição, ficasse firme, não por causa das obras, mas por aquele que chama), Foi-lhe dito a ela: O maior servirá ao menor. Como está escrito: Amei a Jacó, e odiei a Esaú. Que diremos pois? que há injustiça da parte de Deus? De maneira nenhuma. Pois diz a Moisés: Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia.” Romanos 9:11-15

Eu acho fascinante que Paulo levante esta pergunta retórica imediatamente após apresentar sua metáfora do nascimento de Jacó e Esaú e a preferência de Deus para com um em vez do outro sem considerar suas obras.

João 3.16 implica em três aspectos da pregação do evangelho.



Na América do Norte contemporânea, é comum ver pessoas em eventos esportivos segurando um cartaz com “João 3.16” escrito em letras grandes. Conquanto essa possa não ser a estratégia evangelística mais eficaz, ela testemunha uma verdade importante. Nenhuma passagem na Bíblia sustenta com mais poder o imperativo bíblico para anunciar a boa notícia a respeito de Jesus Cristo a todos os pecadores do que essa. Mesmo se o Cristo ressuscitado nunca tivesse dado à igreja a Grande Comissão, João 3.16 seria suficiente para conduzir os crentes a dizer a todo o mundo do grande amor de Deus que ele demonstrou dando seu Filho unigênito, convidando homens e mulheres em todos os lugares a crer em Jesus Cristo para que sejam salvos de perecer.

Politicamente correto ou vergonhosamente omisso?


Em nome do “politicamente correto” os cristãos estão se tornando vergonhosamente omissos. A falta de coragem em falar a verdade é mascarada pelo “respeito” e pela “tolerância” que na realidade não é nem uma coisa nem outra, mas, sim, diante da omissão da mensagem que deve ser proclamada, custe o que custar, doa em quem doer.

Vencendo a Ansiedade.


LEITURA BÍBLICA

Mateus 6.25-30, 33,34.

25 – Por isso, vos digo: não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo, mais do que a vestimenta?

26 – Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem segam, nem ajun­tam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?

Mantendo a Fé numa Época de Incredulidade: A Igreja como a Minoria Moral

Autor: Albert Mohler Jr.

“A questão mais importante de nosso tempo”, propôs o historiador Will Durant, “não é o comunismo versus o individualismo, nem a Europa versus a América do Norte, nem o Oriente versus o Ocidente. É se os homens podem viver sem Deus”. Essa pergunta, conforme parece, será respondida em nosso próprio tempo.

Durante séculos a igreja cristã foi o centro da civilização ocidental. A cultura, o governo, as leis e a sociedade do Ocidente estavam alicerçados em princípios explicitamente cristãos. Preocupação com o indivíduo, compromisso com os direitos humanos e respeito pelo que é bom, belo e verdadeiro – tudo isso se desenvolveu de convicções cristãs e da influência do cristianismo.

O caminho do ministério pastoral é um caminho de perdão.

Autor: Dave Harvey

Quando um cara é selecionado na Liga Nacional de Futebol Americano dos EUA, ele está agudamente ciente que o futuro dele inclui algumas dores sérias. Ele sabe que os treinamentos de verão serão quentes e que os técnicos irão triturá-lo. Ele sabe que os jogadores oponentes estão pedindo por uma oportunidade de atingi-lo com força violenta. Ele sabe que os seus ligamentos serão distendidos e suas juntas sentirão dor. E como se isso não fosse suficiente, ele está ciente que seus maiores erros serão reprisados pela televisão, enquanto milhões de espectadores riem de seu desempenho inadequado em campo.

Ansiedade é realmente pecado?

por Julian Freeman

“Stress” não é uma palavra bíblica. “Preocupação” e “ansiedade” são. E são pecados.

Essa foi a ideia que iniciou uma conversa em que estive presente recentemente. Nós realmente podemos dizer que algo como ansiedade é pecado? O que faz disso um pecado? Será que não é só uma fraqueza que devemos superar? Ou, talvez, não deveríamos enxergar como uma doença mental?
Postagens mais antigas Página inicial
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Contatos

Nome

E-mail *

Mensagem *

TRADUTOR

English French German Spain Italian Dutch
Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified
DEMAIS IDIOMAS

LOCALIZAÇÃO E PAÍSES DOS VISITANTES

Copyright © Macelo Carvalho | Traduzido Por: Mais Template

Design by Anders Noren | Blogger Theme by NewBloggerThemes